quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Correntes imaginárias

Os seres humanos são, por natureza, seres limitados. A maioria de nós sabe disso e até aceita bem esses limites, mas e quando somos nós mesmos que colocamos tais barreiras?
Não quero parecer autora de livro de auto-ajuda, mas preciso dizer algo: existem centenas de coisas que poderíamos fazer se acreditássemos mais em nós mesmos.  Já tinha escutado isso muitas vezes, mas essa frase só fez sentido quando me dispus a colocá-la em prática. Assim, decidi acreditar no meu potencial e tentei fazer uma coisa que eu achava que não conseguia. E contrariando meus próprios palpites, não é que deu certo?
O fato é que fiquei indignada comigo mesma! Hoje percebo que perdi muita coisa pelo medo de não dar conta.
Precisamos (me incluo nisso) parar com essa mania de duvidar da nossa capacidade. Nunca saberemos o que podemos ou não fazer sem antes tentarmos. 

"Quem não se movimenta, não sente as correntes que o prendem"
Rosa Luxemburgo


P.S: Apesar de não ter o mesmo sentido desse post, gostaria que dessem uma olhada no Mito da Caverna, de Platão. É um texto muito esclarecedor sobre os limites que nossa mente nos impõe.

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