quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Minha síndrome


 
Eu sou uma daquelas pessoas que sofrem de síndromes estranhas. A minha condição atinge uma em cada 1,57839 pessoas e chama-se Síndrome do Insatisfeito (ou Síndrome dos Idiotas que Ainda Tentam Mudar o Mundo).
Pois é, tenho esse estranho hábito de acreditar que posso mudar alguma coisa e fazer a diferença na socidade. Não por vaidade ou aquela coisa que muita gente tem de querer deixar sua marca na história. Na verdade, não me importa muito que as gerações futuras se lembrem de mim, mas sim que o meu trabalho faça a diferença na vida de alguém. Não quero ter um nome; quero gerar frutos.
Profissionais de renome, existem muitos. Pessoas insatisfeitas com a realidade, que se preocupam com outras, estão em extinção.
Vejam os problemas com o meio ambiente, por exemplo. Ainda existe uma boa parte da academia que delega às questões ambientais um papel secundário, o que, a meu ver, é algo totalmente inconsequente. Preocupar-se com o meio ambiente não é coisa de bicho-grilo ou de gente idealista. É questão de ética e responsabilidade. 
É difícil não se importar com os outros. O mundo é um lugar tão desigual! No mesmo minuto em que nasce uma pessoa com todas as oportunidades de se desenvolver plenamente, também nasce alguém sem oportunidade nenhuma. Acho que cabe a todos nós tentar amenizar essas desigualdades.
Não estou dizendo que você tem que ser militante, ou voluntário em algum país carente. Faça a diferença na sua própria comunidade; isso já seria de grande ajuda.
Não consigo aceitar a idéia de passar uma vida inteira sem fazer nada de útil. Sei lá, me parece muito desperdício. A vida não nos foi dada de graça, por isso ela tem que valer a pena.
Por isso, não se esqueçam:



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